sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Doctor Who Season 5

Olá, mosquinhas. Tudo bem com vocês?

A Temporada 5 de Doctor Who já começou bombando. Claro que ninguém pode ser melhor que o David Tennant, mas sinceramente, me apaixonei pelo Matt Smith. Ele é tão... FOFO.



 Foi doloroso assistir com o Eccleston, mas a Billie Piper fez tudo valer à pena (ela sempre faz, inclusive a versão cheia de incongruências de Mansfield Park – 2007). Comparando o Matt e o David, o David é um puta ator, não há como negar (Hamlet com o Tennant, por exemplo, é emocionante e ele sempre ‘entra’ no papel), mas o Doutor do Matt não é afetado como o do David, que tem uns exageros. Achei que inclusive quando ele tava com a Donna e os dois discutiam ou conversavam, parecia que eles estavam drogados de café.



Adorei a TARDIS mais moderna, mas nem tanto. E eles também foram mais claros sobre como proceder numa nova civilização: “Sempre observar, nunca interferir.” É a Prime Directive de Star Trek.

No caso de cumprir a Prime Directive, parece que isso não dá certo pra nenhum Doutor. Talvez eles devessem entrar pra Frota Estrelar e aprender como se faz. Bem, também não os culpo. A encrenca geralmente vem atrás deles.

No primeiro episódio da quinta temporada dá pra traçar um paralelo com o primeiro episódio de Star Trek the Next Generation. Duas criaturas extraterrestres sofrendo e que foram ajudadas eventualmente. Um não violou a Prime Directive, já o outro... E dá pra saber qual foi, com gente arrombando cadeado, indo interferir na dinâmica do processo... Bem, pelo menos ajudou (mas já começou se contradizendo).

E quando Rory Williams (outro que eu achei que fosse virar o Mickey, no caso da Rose) fala pro Doutor que “algumas pessoas se arriscam e o fazem para não deixa-lo desapontado”? A cara do Doutor. Porque muitas vezes, me parece que ele não tem empatia, inclusive quando a Amy o beijou e ele contou pro Rory na maior maldade. (E06 da T05). Mas a Amy realmente se importa com o Rory.

O episódio mais emocionante na minha opinião foi o que caracterizou Van Gogh (T05 E10). Entender que Van Gogh sofria de depressão e trazê-lo para nossa era para ver suas pinturas e mostrar o quanto ele era importante foi um dos golpes de mestre do Doutor. Eu chorei tanto naquele episódio! Sem falar que o Van Gogh foi o Datak Tarr e agora não era mau.



O último episódio teve tudo de lindo, maravilhoso e emocionante, inclusive com o Rory carregando a Pandorica’s Box pra proteger a Amy por 2000 anos. Matt Smith estava especialmente gracinha nesse eps.





Agora, esse especial de Natal foi o MELHOR de todos até agora. Além de ser baseado na obra do Dickens, é muito lindo. Foi na minha opinião onde o Doutor fez a maior diferença a até agora. E tem Michael Gambon.


E com isso, terminamos mais uma temporada de Doctor Who!

Nenhum comentário:

Postar um comentário