Olá, mosquinhas. Tudo bem com vocês?
A Temporada 5 de Doctor Who já começou bombando. Claro que
ninguém pode ser melhor que o David Tennant, mas sinceramente, me apaixonei
pelo Matt Smith. Ele é tão... FOFO.
Foi doloroso assistir com o Eccleston, mas
a Billie Piper fez tudo valer à pena (ela sempre faz, inclusive a versão cheia
de incongruências de Mansfield Park – 2007). Comparando o Matt e o David, o
David é um puta ator, não há como negar (Hamlet
com o Tennant, por exemplo, é emocionante e ele sempre ‘entra’ no papel), mas o
Doutor do Matt não é afetado como o do David, que tem uns exageros. Achei que
inclusive quando ele tava com a Donna e os dois discutiam ou conversavam,
parecia que eles estavam drogados de café.
Adorei a TARDIS mais moderna, mas nem tanto. E eles também
foram mais claros sobre como proceder numa nova civilização: “Sempre observar,
nunca interferir.” É a Prime Directive de Star Trek.
No caso de cumprir a Prime Directive, parece que isso não dá
certo pra nenhum Doutor. Talvez eles devessem entrar pra Frota Estrelar e
aprender como se faz. Bem, também não os culpo. A encrenca geralmente vem atrás
deles.
No primeiro episódio da quinta temporada dá pra traçar um
paralelo com o primeiro episódio de Star Trek the Next Generation. Duas
criaturas extraterrestres sofrendo e que foram ajudadas eventualmente. Um não
violou a Prime Directive, já o outro... E dá pra saber qual foi, com gente
arrombando cadeado, indo interferir na dinâmica do processo... Bem, pelo menos
ajudou (mas já começou se contradizendo).
E quando Rory Williams (outro que eu achei que fosse virar o
Mickey, no caso da Rose) fala pro Doutor que “algumas pessoas se arriscam e o
fazem para não deixa-lo desapontado”? A cara do Doutor. Porque muitas vezes, me
parece que ele não tem empatia, inclusive quando a Amy o beijou e ele contou
pro Rory na maior maldade. (E06 da T05). Mas a Amy realmente se importa com o Rory.
O episódio mais emocionante na minha opinião foi o que
caracterizou Van Gogh (T05 E10). Entender que Van Gogh sofria de depressão e
trazê-lo para nossa era para ver suas pinturas e mostrar o quanto ele era importante
foi um dos golpes de mestre do Doutor. Eu chorei tanto naquele episódio! Sem
falar que o Van Gogh foi o Datak Tarr e agora não era mau.
O último episódio teve tudo de lindo, maravilhoso e
emocionante, inclusive com o Rory carregando a Pandorica’s Box pra proteger a
Amy por 2000 anos. Matt Smith estava especialmente gracinha nesse eps.
Agora, esse especial de Natal foi o MELHOR de todos até
agora. Além de ser baseado na obra do Dickens, é muito lindo. Foi na minha
opinião onde o Doutor fez a maior diferença a até agora. E tem Michael Gambon.
E com isso, terminamos mais uma temporada de Doctor Who!




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